Cartões de identificação para os estudantes que gostam de arte. Essa é a proposta da
Casa de Cultura Letrinhas (PR), um espaço que promove o envolvimento das crianças com o mundo da literatura, pintura, teatro e artes em geral. A livraria reúne estudantes de diversas escolas para aulas de arte em oficinas voltadas para a valorização da cultura e da criatividade em um ambiente totalmente original.
A Letrinhas acaba de adquirir uma
impressora de PVC da HiTi através da Akiyama Soluções Tecnológicas. De acordo com o proprietário, Hamilton Vilela de Magalhães, “a impressora será usada para que cada criança tenha um cartão de fidelidade da Letrinhas e possa aproveitar diversas vantagens”, explica ele que é um defensor da literatura infantil feita pelas próprias crianças. “Se os adultos vissem com as crianças escrevem livros, não fariam mais nenhum”, opina. O cartão de identificação dará direito a descontos nos livros, aulas de arte e nas participações de atividades como circo, teatro e outras.
A Letrinhas desenvolve várias ações de incentivo à cultura. Uma delas é o apoio à produção de livros, criados passo-a-passo pelas crianças. “Primeiro elas fazem aula de texto e escolhem o estilo que desejam escrever. Depois de escrever, fazem as ilustrações e cada aluno leva para casa cinco exemplares”, explica. A equipe dá todo apoio na diagramação e edição dos exemplares.
Cada pequeno escritor que aprende o ofício na Letrinhas torna-se filiado à Academia Brasileira de Letrinhas (ABLetrinhas), organização criada para reunir interessados em literatura e criações textuais. A impressora HiTi Color, modelo CS-320, também servirá para criar a identificação dos filiados. “Nossa intenção é estimular o conhecimento da língua portuguesa. No Brasil a cultura é um objeto de difícil degustação, crianças que moram em locais mais pobres não têm acesso. O interesse das crianças é o mesmo, o que muda é que elas não têm oportunidade”, define.
Usos diversificados
Os cartões e crachás de identificação são amplamente empregados para garantir a entrada de pessoas em locais físicos ou o acesso de dados. Para a vendedora da Akiyama, Thaís Gualda Carneiro, hoje também há bastante procura pelas impressoras para fazer a fidelização de clientes. “As empresas buscam criar o sentimento de familiaridade e participação”, explica. Thaís cita a multiplicidade de aplicações das impressoras de PVC, lembrando que uma
frota de táxide Curitiba adquiriu o equipamento para identificar os motoristas, fixando os cartões no painel dos veículos. “Assim os passageiros podem saber com quem estão andando e se a pessoa é registrada na empresa”, finaliza.